Allium sativum L.

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Foto detalhada da planta medicinal Allium sativum

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Resumo:

Allium sativum é uma planta medicinal da família Liliaceae. Seu uso terapêutico é amplo, incluindo gripe, quadros febris, asma brônquica, bronquite crônica, infecções das vias aéreas, parasitoses intestinais, hipertensão arterial, hipercolestorlemia, diabetes mellitus, como regularizador das funções intestinais (flatulência e como antiespasmódico), para cólicas menstruais, dores de origem reumática, nas afecções hepáticas e biliares e na ansiedade. Seu uso principal é por via de administração: Oral.. Suas contraindicações são: Não deve ser utilizado por menores de três anos e pessoas com gastrite e úlcera gástrica, hipotensão (pressão baixa) e hipoglicemia (concentração de açúcar baixo no sangue). Não utilizar em caso de hemorragia e em tratamento com anticoagulantes.
Especificações Técnicas da Planta
Família Botânica Liliaceae
Parte Utilizada Bulbilho (dentes).
Marcador Químico Alicina
Via de Administração Oral.
Indicação de Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.

Quais os nomes populares da planta Allium sativum?

Alho, alho-bravo, alho-comum, alho-hortense, alho-manso, alho-ordinário, alho-do-reino.

Descrição Botânica:

Erva bulbosa, pequena, de cheiro forte e característico, perene, com bulbo formado de 8-12 bulbilhos (dentes). Folhas lineares e longas. Flores brancas ou avermelhadas, dispostas em umbela longo-penduculada. O fruto, é uma cápsula loculicida com 1 a 2 sementes em cada loja.


Quais são os principais compostos químicos da planta Allium sativum?

Óleo essencial obtido do bulbo (0,1 a 0,2%), contém cerca de 53 constituintes voláteis instáveis, quase todos derivados orgânicos do enxofre principalmente, ajoeno, alicina e aliina.


Para que serve a planta Allium sativum?

Seu uso terapêutico é amplo, incluindo gripe, quadros febris, asma brônquica, bronquite crônica, infecções das vias aéreas, parasitoses intestinais, hipertensão arterial, hipercolestorlemia, diabetes mellitus, como regularizador das funções intestinais (flatulência e como antiespasmódico), para cólicas menstruais, dores de origem reumática, nas afecções hepáticas e biliares e na ansiedade.


Como preparar e utilizar a planta Allium sativum?

  • Pressão alta; dilatador de artérias e capilares; formigamento das partes terminais; diurético: amasse um dente de alho em 1/2 copo de água potável. Deixe em maceração durante a noite. Tome em jejum, de manhã ao levantar.
  • Afecções pulmonares (bronquite, gripe e tosse); normalizador da pressão arterial: triture 2 a 3 dentes de alho em 1 xícara (café) de água potável. Deixe em maceração durante 1 noite, em temperatura ambiente. Junte, após a maceração, 1 xícara (chá) de álcool de cereais. Coe, utilizando um tecido fino e esprema o resíduo. Tome 15 gotas em um copo de água, 2 vezes ao dia. Tome muito cuidado em não aumentar a dose estabelecida.
  • Suplemento na nutrição; antigripal; afecções pulmonares (bronquite e tosse): em um recipiente de porcelana ou vidro, coloque 3 dentes de alho e adicione 1 xícara (café) de óleo de girassol. Amasse bem e leve ao fogo em banho maria, durante 1 hora. Deixe esfriar e coe em uma peneira. Tome 1 colher (sobremesa), 2 vezes ao dia, 30 minutos antes das principais refeições.
  • Vermes intestinais: em um pilão, coloque 1 dente de alho e 3 folhas frescas de hortelã (menta). Amasse bem e adicione 1 xícara (café) de água potável. Misture e coe em um pano, espremendo o resíduo. Tome 1 colher (sopa) de manhã, em jejum, e outra à noite. Para crianças dar somente 1 colher (sobremesa).

Quais as contraindicações e efeitos adversos da planta Allium sativum?

Contraindicações:

Não deve ser utilizado por menores de três anos e pessoas com gastrite e úlcera gástrica, hipotensão (pressão baixa) e hipoglicemia (concentração de açúcar baixo no sangue). Não utilizar em caso de hemorragia e em tratamento com anticoagulantes.

Efeitos Adversos Possíveis:

Doses acima da recomendada podem causar desconforto gastrointestinal.


Notas do Especialista:

Descontinuar o uso 10 dias antes de qualquer cirurgia. Deixar a droga seca rasurada por cerca de uma hora em maceração.


Referências Bibliográficas:

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SAAD, G. A. et al. Fitoterapia Contemporânea: Tradição e Ciência na Prática Clínica. 2a. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2016.
PANIZZA S, S. Plantas que curam (cheiro de mato). 4ª ed. São Paulo: IBRASA, 1998. 279p.
MAIA, E. Chás Medicinais: Utilização Segura e Eficaz. 2ª Edição. Maringá - PR: UICLAP, 2024. 400p.


Farmacêutico Fitoterapeuta Eduardo Maia
Esta monografia foi revisada por:
EDUARDO MAIA
Farmacêutico Fitoterapeuta

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