Malva sylvestris L.
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Resumo:
Malva sylvestris é uma planta medicinal da família Malvaceae. Afecções respiratórias como expectorante (RDC 10/2010);Uso Oral - Infusão: Utilizar 2 g (1 colheres de sobremesa) em 150 ml (xícara de chá). Tomar 1 xícara de chá 4 vezes ao dia.Contusões e dos processos inflamatórios da boca e garganta (RDC 10/2010);Uso Tópico - Infusão: Utilizar 6 g (2 colheres de sopa) em 150 ml (xícara de chá). Aplicar de 3 a 4 vezes ao dia. Como auxiliar no tratamento sintomático da inflamação cutânea e orofaríngea, e como antisséptico para a cavidade oral (FFFB3);Infusão:Utilizar de 4,5 a 7,5 g (Folha e/ou flor) para cada 150 mL de água.Preparar por decocção, durante 15 minutos, considerando a proporção indicada na fórmula. Deve ser utilizada a droga vegetal rasurada.Após higienização, aplicar o decocto com auxílio de algodão sobre o local afetado (embrocação), três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia Seu uso principal é por via de administração: Oral e Tópico. Suas contraindicações são: O uso é contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Caso os sintomas persistam durante o tratamento, um médico deverá ser consultado. O uso também é contraindicado durante a gestação, lactação e para menores de 18 anos, devido à ausência de dados suficientes que comprovem sua segurança. Não utilizar em doses superiores às recomendadas. Em caso de aparecimento de reações alérgicas ou outros eventos adversos, suspender o uso do produto e procurar orientação médica.| Especificações Técnicas da Planta | |
|---|---|
| Família Botânica | Malvaceae |
| Parte Utilizada | Folhas e flores |
| Via de Administração | Oral e Tópico |
| Indicação de Uso | Adulto |
Quais os nomes populares da planta Malva sylvestris?
Malva, malva-alta, malva-de-botica, malva-grande, malva-maior, malvarosa, malva-selvagem, malva-silvestre, malva-verde, rosa-chinesa, rosa-marinha.
Descrição Botânica:
Planta herbácea, bianual ou perene, ereta ou decumbente, ramos com casca fibrosa, de 40-70 cm de altura, nativa da Europa e ocasionalmente cultivada no sul do Brasil. Folhas simples, com nervação palmada, de margens lobadas e irregularmente serreadas, revestidas de pelos ásperos, de 7-15 cm de comprimento. Flores vistosas de cor púrpura ou vários tons de rósea, dispostas solitariamente nas axilas foliares, Os frutos são aquênios discóides semelhantes aos das nossas "guanxumas". Ocorre no Brasil a espécie Malva parviflora L., com características e nomes populares um tanto semelhantes a esta e, ocasionalmente empregada como substituto.
Quais são os principais compostos químicos da planta Malva sylvestris?
A análise fotoquímica registrou a presença de 10 a 20% de mucilagem, acompanhada de menores quantidades de caroteno, vitaminas C e do complexo B. As sementes secas contêm 18 a 25% de proteínas e cerca de 35% de gordura.
Para que serve a planta Malva sylvestris?
Afecções respiratórias como expectorante (RDC 10/2010);
- Uso Oral - Infusão:
Utilizar 2 g (1 colheres de sobremesa) em 150 ml (xícara de chá).
Tomar 1 xícara de chá 4 vezes ao dia.
Contusões e dos processos inflamatórios da boca e garganta (RDC 10/2010);
- Uso Tópico - Infusão:
Utilizar 6 g (2 colheres de sopa) em 150 ml (xícara de chá).
Aplicar de 3 a 4 vezes ao dia.
Como auxiliar no tratamento sintomático da inflamação cutânea e orofaríngea, e como antisséptico para a cavidade oral (FFFB3);
- Infusão:
Utilizar de 4,5 a 7,5 g (Folha e/ou flor) para cada 150 mL de água.
Preparar por decocção, durante 15 minutos, considerando a proporção indicada na fórmula. Deve ser utilizada a droga vegetal rasurada.
Após higienização, aplicar o decocto com auxílio de algodão sobre o local afetado (embrocação), três vezes ao dia. Fazer bochechos ou gargarejos três vezes ao dia
Como preparar e utilizar a planta Malva sylvestris?
Quais as contraindicações e efeitos adversos da planta Malva sylvestris?
Contraindicações:O uso é contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação. Caso os sintomas persistam durante o tratamento, um médico deverá ser consultado.
O uso também é contraindicado durante a gestação, lactação e para menores de 18 anos, devido à ausência de dados suficientes que comprovem sua segurança. Não utilizar em doses superiores às recomendadas. Em caso de aparecimento de reações alérgicas ou outros eventos adversos, suspender o uso do produto e procurar orientação médica.
Em estudos experimentais realizados em animais foram observados espasmos musculares após o uso da planta (ALONSO, 2007).
Além disso, podem ocorrer reações alérgicas em indivíduos sensíveis aos componentes da formulação.
Notas do Especialista:
O possível comprometimento da absorção de nutrientes e medicamentos está relacionado à elevada quantidade de fibras e mucilagens presentes na planta, motivo pelo qual é recomendado manter intervalo entre sua administração e a de outros medicamentos ou suplementos.
Referências Bibliográficas:
- ALONSO, J. Tratado de Fitofármacos y Nutracéuticos. Rosário: Corpus, 2007.
- BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 3. ed. Brasília: ANVISA, 2026.
- CARVALHO, A. C. B.; SILVEIRA, D. Drogas vegetais: uma antiga nova forma de utilização de plantas medicinais. Brasília Médica, v. 47, p. 218-236, 2010.
- MAIA, E. Chás medicinais: utilização segura e eficaz. 2. ed. Maringá: UICLAP, 2024. 400 p.
- SIMÕES, C. M. O.; MENTZ, L. A.; SCHENKEL, E. P.; IRGANG, B. E.; STEHMANN, J. R. Plantas da Medicina Popular no Rio Grande do Sul. 5. ed. Porto Alegre: Editora UFRGS, 1998.
- VANACLOCHA, B.; CAÑIGUERAL, S. Fitoterapia: Vademécum de Prescripción. 4. ed. Barcelona: Masson, 2006.
- WICHTL, M. (Ed.). Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: A Handbook for Practice on a Scientific Basis. 3. ed. Stuttgart: Medpharm Scientific Publishers, 2004.
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