Arnica montana L.

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Foto detalhada da planta medicinal Arnica montana

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Resumo:

Arnica montana é uma planta medicinal da família Asteraceae. Traumas, contusões, torções, edemas devido a fraturas e torções. Hematomas. Arnica Gel® é indicado para o tratamento de contusões, hematomas e equimoses (manchas escuras ou azuladas que ocorrem na pele devido a uma infiltração de sangue; na maior parte dos casos, aparecem após um traumatismo, mas podem também aparecer espontaneamente em sujeitos que apresentam fragilidade capilar ou um distúrbio de coagulação). Seu uso principal é por via de administração: Tópico.. Suas contraindicações são: Não utilizar por via oral, pois pode causar gastrenterites e distúrbios cardiovasculares, falta de ar e morte. Não aplicar em feridas abertas.Uso contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação e às espécies da família Asteraceae. Ao persistirem os sintomas por mais de 3 a 4 dias um médico deverá ser consultado assim como se os sintomas piorarem durante o uso deste fitoterápico. O uso é contraindicado durante a gestação e lactação, além de menores de 12 anos. Não utilizar por via oral e em lesões abertas. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. Deve ser aplicada apenas em pele íntegra e suspender o uso ao primeiro sinal de reação adversa. Não utilizar em concentração acima da recomendada. Suspender o uso caso ocorra dermatite. O uso prolongado pode provocar eczema. Reações alérgicas como prurido, vermelhidão cutânea e eczema podem ocorrer, contudo, a frequência não é conhecida. Há relatos de reações alérgicas na pele por meio da aplicação da tintura. 
Especificações Técnicas da Planta
Família Botânica Asteraceae
Parte Utilizada Flores.
Marcador Químico <p>Lactonas sesquiterpênicas totais expressas em tiglato de diidrohelenalina</p>
Via de Administração Tópico.
Indicação de Uso Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.

Quais os nomes populares da planta Arnica montana?

Arnica, arnica-verdadeira, arnica-das-montanhas, panacéia-das-quedas, tabaco-das-montanhas, quina-dos-pobres.


Descrição Botânica:

É uma planta originária das regiões montanhosas do norte da Europa, de terras silicosas. Apresenta inflorescências terminais grandes, eretas, ramificadas com numerosos capítulos pequenos de cor amarelada ou alaranjada, sendo cultivado em bordaduras ou em canteiros a pleno sol. O cultivo no Brasil é de adaptação e muito difícil.


Quais são os principais compostos químicos da planta Arnica montana?

Lactonas sesquiterpenóides (helenalina, diidroxihelenalina), glicosídeos flavonóides, taninos, resinas, cumarinas (umbeliferona, escopoletina), ceras, carotenóides, inulina, arnicacina; fitosterina: ácidos orgânicos (clorogênico, cafeico); óleo essencial: triterpenos (arnidiol, pradiol e amisterina). 


Para que serve a planta Arnica montana?

Traumas, contusões, torções, edemas devido a fraturas e torções. Hematomas. Arnica Gel® é indicado para o tratamento de contusões, hematomas e equimoses (manchas escuras ou azuladas que ocorrem na pele devido a uma infiltração de sangue; na maior parte dos casos, aparecem após um traumatismo, mas podem também aparecer espontaneamente em sujeitos que apresentam fragilidade capilar ou um distúrbio de coagulação).


Como preparar e utilizar a planta Arnica montana?

Traumas, contusões, torções, edemas e hematomas:
Infusão (RDC 10/2010): Infusão de 2 a 4g (1 a 2 colheres de sobremesa) em 150 mL (xícara chá). Aplicar compressa na área a ser tratada de 2 a 3 x ao dia.

Auxiliar no tratamento de contusões, distensões e erupções cutâneas provocadas por picada de insetos, nos casos de equimoses e hematomas:
Infusão (FFFB3): Infusão de 2g em 100 mL (xícara chá). Preparar por infusão, considerando a proporção indicada na fórmula, durante 10 a 15 minutos. Utilizar a droga vegetal seca e rasurada.


Quais as contraindicações e efeitos adversos da planta Arnica montana?

Contraindicações:

Não utilizar por via oral, pois pode causar gastrenterites e distúrbios cardiovasculares, falta de ar e morte. Não aplicar em feridas abertas.

Uso contraindicado para pessoas que apresentam hipersensibilidade aos componentes da formulação e às espécies da família Asteraceae. Ao persistirem os sintomas por mais de 3 a 4 dias um médico deverá ser consultado assim como se os sintomas piorarem durante o uso deste fitoterápico. O uso é contraindicado durante a gestação e lactação, além de menores de 12 anos. Não utilizar por via oral e em lesões abertas. Em casos isolados pode provocar reações alérgicas com formação de vesículas e necrose. Deve ser aplicada apenas em pele íntegra e suspender o uso ao primeiro sinal de reação adversa. Não utilizar em concentração acima da recomendada. Suspender o uso caso ocorra dermatite. O uso prolongado pode provocar eczema. Reações alérgicas como prurido, vermelhidão cutânea e eczema podem ocorrer, contudo, a frequência não é conhecida. Há relatos de reações alérgicas na pele por meio da aplicação da tintura. 


Efeitos Adversos Possíveis:

Em caso de aparecimento de eventos adversos, suspender o uso do produto e consultar um médico.


Referências Bibliográficas:

  • BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Farmacopeia Brasileira. 5. ed. Brasília: Anvisa, 2010.
  • BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 10, de 9 de março de 2010. Dispõe sobre a notificação de drogas vegetais junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e dá outras providências. Brasília, DF, 10 mar. 2010.
  • BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Formulário de Fitoterápicos da Farmacopeia Brasileira. 3. ed. Brasília: Anvisa.
  • CARDOSO, [Nome do Autor]. [Título do Artigo ou Livro]. [Local de publicação]: [Editora ou Revista], 2009.
  • ESCOP. ESCOP Monographs: The Scientific Foundation for Herbal Medicinal Products. 2. ed. Exeter: European Scientific Cooperative on Phytotherapy, 2003.
  • MILLS, S.; BONE, K. The Essential Guide to Herbal Safety. St. Louis: Elsevier Churchill Livingstone, 2004.
  • PROPLAM - Programa de Plantas Medicinais. [Título do Documento do Programa]. [Local], 2004.
  • SIMÕES, C. M. O. et al. Plantas da medicina popular no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 1998.
  • WICHTL, M. (Ed.). Herbal Drugs and Phytopharmaceuticals: a handbook for practice on a scientific basis. Stuttgart: Medpharm Scientific Publishers, 2003.
  • MAIA, Eduardo. Chás medicinais: utilização segura e eficaz. 2. ed. Maringá: UICLAP, 2024. 400 p.

Farmacêutico Fitoterapeuta Eduardo Maia
Esta monografia foi revisada por:
EDUARDO MAIA
Farmacêutico Fitoterapeuta

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