Justicia pectoralis Jacq.

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Família Botânica:
Acanthaceae

Nomes Populares:

Chambá, chachambá, trevo-cumaru, trevo-do-pará, anador.


Descrição Botânica:

Pequena erva sempre verde, perene, suberecta, com até 40 cm de altura. Folhas simples, membranáceas, estreitas e longas, medindo 3 a 10 cm de comprimento. Flores de coloração mariscada, muito pequenas. Fruto do tipo cápsula deiscente. Toda a planta desprende um forte cheiro de cumaru algum tempo depois de coletada. Multiplica-se facilmente por estacas ou pequenas porções dos ramos já enraizadas; cresce bem em canteiros formando conjuntos aglomerados globoides, com até 40 cm de altura.


Fitoquímica:

Há uma grande diversidade de classes químicas encontradas nas espécies do gênero Justicia, principalmente alcaloides, ligninas, flavonoides e terpenoides. O principal grupo fitoquímico descrito para J. pectoralis pertence à cumarina, mas também estão presentes nos flavonoides, saponinas, taninos, antraquinonas, ácidos graxos e terpenoides.


Marcador Químico:

Informação não encontrada na literatura citada.


Alegações:

Tosse, como expectorante e broncodilatador.


Parte Utilizada:
Partes aéreas.

Via de Administração:
Oral.

Uso:
Adulto e Pediátrico acima de 12 anos.

Posologia Recomendada:

Infusão: 5g (5 colheres de chá) em 150 ml (xícara de chá). Utilizar 1 xícara de chá de 2 a 3 vezes ao dia.


Formulações Caseiras:

Informação não encontrada na literatura citada. 


Segurança e Restrições:
Contraindicações:

Pacientes com problemas de coagulação e em uso de anticoagulantes e analgésicos. 

Efeitos Adversos Possíveis:

 Informação não encontrada na literatura citada.


Notas do Especialista:

A denominação pectoralis refere-se a "peito" em alusão ao amplo uso em distúrbios do aparelho respiratório, e o chá das folhas é tradicionalmente utilizado como broncodilatador e antiinflamatório.


Referências Bibliográficas:

BIESKI & MARI GEMMA, 2005. DINIZ et al., 2006. GUPTA et al, 1995. MATOS et al, 2001. MATOS, 1997a. MATOS, 1998. MATOS, 2000. VIANA et al, 1998. SAAD, G. A. et al., 2016. BRASIL, 2010a.


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