Senna alexandrina Miller.

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Família Botânica:
Fabaceae.

Nomes Populares:

Sene, sena, cássia, cene, fedegoso-do-rio-de-janeiro, lava-pratos, senede-Tinnevelly, sene-da-Índia, sene-de-Alexandria, sene-de-Cartrum, fedegoso-do-Rio-deJaneiro, mamangá. 


Descrição Botânica:

É um arbusto ramificado baixo que cresce até 90 cm de altura. A planta tem uma haste lenhosa reta e flores amarelas. É típica de regiões tropicais, que espontaneamente vegeta melhor em locais montanhosos e menos nas proximidades de grandes rios. Os folíolos possuem odor fraco, mas característico e sabor um tanto mucilaginoso e amargo.


Fitoquímica:

A espécie S. alexandrina contém glicosídeos hidroxiantracênicos [(2,2 a 3,5%), principalmente senosídeos A e B e pequenas quantidades de senosídeos C e D, aloéemodina e rheina], flavonoides (derivados do caempferol, isorramnetina e tinnevelina), glicosídeos naftalênicos, antraquinonas oxipreniladas (madagascina [3-isopenteniloxiemodina] e 3-geraniloxiemodina), mucilagem (galactose, arabinose, ramnose, ácido galacturônico), resinas.


Marcador Químico:

Senosídeos.


Alegações:

Constipação intestinal eventual. 


Parte Utilizada:
Fruto e folíolos.

Via de Administração:
Oral.

Uso:
Adulto.

Posologia Recomendada:

Decocção: 1g (colher de café) em 150ml (xícara de chá). Utilizar de 1 xícara de chá, antes de dormir. 


Formulações Caseiras:

 Informação não encontrada na literatura citada.


Segurança e Restrições:
Contraindicações:

Não deve ser utilizado por pessoas portadoras de obstrução intestinal, inflamação intestinal aguda (doença de Crohn), colite, apendicite ou dor abdominal de origem não diagnosticada, constipação crônica. Não usar em crianças menores de 10 anos.

Efeitos Adversos Possíveis:

Desconforto do trato gastrintestinal, principalmente em pacientes com cólon irritável, mudança na coloração da urina.


Notas do Especialista:

Não fazer uso crônico (mais de 1 semana). O uso contínuo pode promover diarreia e perda de eletrólitos. 


Referências Bibliográficas:

WICHTL, 2003. OMS, 1999. CARDOSO, 2009. SAAD, G. A. et al., 2016.


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